MAR

MAR.

Nas Asas das Estrelas

Inevitável momento

A mesma tecla batia

A mesma dor doía

Porque não chegou

O momento da cura

Para isso, o tempo

Não tem pressa

A noite estava escura

Meu vestido preso

Naquela tecla nua.

Nas Asas das Estrelas

Preciso pousar nas asas  das estrelas…

recolher seus segredos e seu saber

olhar de cima, quem mais amo

entender como seu brilho,

sem a ordem do tempo

permanece inalterável num luxuoso

piscar dourado e flutuam sem se importar

com as leis de gravidade; não dormem

e não tem do tempo, a noção.

Lá não há competição, nem exclusão;

tudo tão imutável e não há tédio

A eternidade deve ser alimento

do campo celeste, o sustento.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.